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7 critérios para considerar ao escolher a empilhadeira manual

19 de fevereiro de 2019
Empilhadeiras

A estrutura logística que uma empresa oferece determinará o quão ágil e eficiente ela é, e os equipamentos que estão dispostos na operação podem ser um dos principais fatores que resultam na rapidez e otimização dos processos. Uma empilhadeira manual, por exemplo, pode ser exatamente o que você precisa para simplificar as movimentações dentro da sua empresa e facilitar as operações logísticas.

Essa empilhadeira é aquela que necessita de força manual para ser guiada. O operador, porém, tem o auxílio de mecanismos como roldanas e rolamentos que fazem com que a força braçal não seja prejudicial à ergonomia de quem está fazendo a movimentação.

Esse modelo de equipamento é normalmente oferecido para locação, a ser utilizado para as operações mais leves e de menor volume da empresa, e oferecem um custo mais baixo.

Para escolher a empilhadeira que mais se enquadra com as suas necessidades, separamos sete critérios a serem considerados no momento da decisão de compra ou locação do equipamento. Continue lendo e saiba mais!

1. Local em que a empilhadeira será utilizada

Observar o local no qual será utilizada a empilhadeira manual é um elemento de grande importância para a tomada de decisão sobre qual equipamento mais se encaixa com a operação.

O fator local determina, por exemplo, de qual material a roda da empilhadeira deve ser feita. Para pisos mais brutos e abrasivos, a matéria-prima mais indicada é o nylon, enquanto para pisos mais sensíveis, como os pintados ou de porcelana, o mais indicado seria uma roda de poliuretano.

Além disso, é preciso verificar também se a operação da empresa tem a necessidade de movimentações externas, visto que, para esse caso, a empilhadeira manual não se adequaria, sendo mais assertivo a utilização de modelos movidos a combustível.

2. Possibilidade de customização

Conhecer quais são as necessidades específicas de sua operação, que geralmente provém da especificidade de seus produtos, é fundamental. Isso porque alguns processos precisam que suas empilhadeiras sejam mais incrementadas, fugindo do que é oferecido no catálogo padrão.

A customização mais comum é o extensor de garfo, que pode ser adaptado tanto no aumento da largura quanto do comprimento, para movimentações de suportes mais alongados.

Além disso, para indústrias químicas — que têm como embalagem principal os tambores —, é possível destacar a aplicação do “gira-tambor”, uma melhoria que permite o tombamento do tonel, facilitando a movimentação e atividades de carregamento e descarregamento para operações com tal necessidade.

3. Capacidade de carga

Conhecer a necessidade de carga da operação da empresa é essencial quando se trata de uma empilhadeira manual, pois, de modo geral, o limite de peso apresentado por tal equipamento é de até 1.500 quilos.

Verifique qual parte da operação será atendida pelo equipamento e qual será o volume movimentado. Fazer carregamentos e movimentações que excedam o limite de peso comprometerá não apenas o bom funcionamento da empilhadeira, mas também pode causar problemas à pessoa que vai operá-la.

4. Características do produto a ser movimentado

A característica do produto está diretamente ligada com o fator de capacidade de peso, mas não é o único detalhe a ser considerado. Um dos aspectos está relacionado ao pallet: uma empilhadeira manual consegue transportar sem problemas pallets com dimensões padrão e que sejam abertos.

A dimensão total dos produtos a serem movimentados (comprimento, largura e altura) também deve ser considerada, visto que, caso a carga seja mais comprida que o garfo da empilhadeira, por exemplo, algumas customizações serão necessárias.

5. Segurança do equipamento

Por causa da altura máxima que a empilhadeira manual pode alcançar, a altura não representa um risco muito grande para a operação. O elemento com o qual se deve ter cuidado é o aspecto ergonômico, pois, por ser manual, é necessário força braçal para que a movimentação ocorra.

Estar dentro do limite de peso do equipamento e movimentar a carga apenas com o garfo abaixado são cuidados a serem tomados para evitar qualquer problema. Além disso, o correto posicionamento do pallet entre os garfos da empilhadeira também proporciona mais segurança, já que, dessa forma, há menos chances de queda.

6. Suporte técnico e manutenção

Para que o equipamento esteja funcionando plenamente, é necessário que sejam feitas manutenções periódicas, que garantam o bom funcionamento das roldanas, dos sistemas de elevação, das rodas, entre outros componentes.

A frequência de manutenção dependerá diretamente de quanto peso a empilhadeira carrega e qual é a quantidade de movimentações feitas. Logicamente, quanto mais utilizado o equipamento, mais manutenções serão necessárias.

7. Estrutura de armazenagem utilizada

Assim como qualquer outro tipo de empilhadeira, a manual ainda apresenta um fator importante que está relacionado à estrutura de armazenagem utilizada na empresa. A altura máxima dos modelos oferecidos no mercado gira em torno de 1,60 metros.

Se o plano é utilizar a empilhadeira manual para movimentações no estoque, as prateleiras não podem exceder essa altura. O fluxo de carga e descarga também deve ser considerado, tendo em vista que o equipamento consegue atender a operação em caminhões de altura padrão, caminhonetes, pick-ups e vans.

Ainda se tratando de estrutura, é preciso verificar também as medidas da empilhadeira, pois, sendo manual, o equipamento precisa de mais espaço para movimentação. Sendo assim, uma estrutura de estoque com corredores muito estreitos pode não ser o ideal para esse modelo.

Ao planejar um investimento, a escolha dos equipamentos torna-se uma decisão estratégica e deve ser tomada com cautela, buscando as melhores ferramentas de acordo com o negócio.

Antes de qualquer investimento, os responsáveis pelo negócio precisam conhecer seu fluxo e suas reais necessidades. A análise do custo-benefício de um equipamento é essencial para que a escolha seja feita com precisão e o dinheiro não seja perdido.

De qualquer forma, tratando-se da empilhadeira manual, o equipamento pode ser coringa para diversas operações, seja com fluxos altos, para complementar movimentações mais simples, quanto para fluxos de menor volume, nos quais serão o equipamento principal.

Gostou deste conteúdo? Quer saber mais sobre as soluções logísticas voltadas à movimentação de materiais para melhorar a performance da sua empresa? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudá-lo!

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